A Lei não prejudicará o direito adquirido, o ato jurídico perfeito e a coisa julgada.


Enquanto o Estado fazia de tudo para esquivar-se das decisões judiciais, criando obstáculos ao bom andamento da Justiça, Maria Luiza nunca perdeu a esperança de ver os seus direitos reconhecidos pelo Judiciário brasileiro.

A prova disso está manifestada pela pena iluminada de juízes, desembargadores, ministros e membros do Ministério Público, que tiveram a grandeza de perceber que na angústia do litígio havia de prevalecer a ética e os direitos humanos.

São momentos de extrema lucidez, garimpados no caos processual em que se confrontam três ações, milhares de páginas e incontáveis recursos ao longo de 22 anos de luta.

 
 
 
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